quinta-feira, 20 de março de 2014

Javali



Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Suidae
Género: Sus
Espécie: S. scrofa
Nome binomial
Sus scrofa
Linnaeus, 1758
Sus scrofa, conhecido popularmente como javali (do árabe djabali, significando porco montanhês), javardo, porco-bravo e porco-montês (as fêmeas são conhecidas como javalina e gironda)2 , é um mamífero artiodáctilo, da família Suidae, de médio porte e corpo robusto. É a mais conhecida e a principal das espécies de porcos selvagens.
Tem ampla distribuição geográfica, sendo nativo da Europa, Ásia e Norte da África. Em tempos recentes, foi introduzido nas Américas e na Oceania.
É o antepassado a partir do qual evoluiu o actual porco doméstico (Sus domesticus ou Sus scrofa domesticus).
Características físicas

Os javalis são animais de grandes dimensões, podendo os machos pesar entre 130 e 250 kg e as fêmeas entre 80 e 130 kg. Medem entre 125 e 180 cm de comprimento e podem alcançar uma altura no garrote de 100 cm. Os machos são consideravelmente maiores que as fêmeas, além de terem dentes caninos maiores. Na Europa, os animais do norte tendem a ser mais pesados que os do sul.

O corpo do javali é robusto e estreito, com patas relativamente curtas. Tem uma cabeça grande, triangular, com olhos pequenos, mas quando é criado junto aos porcos domésticos, para criar o híbrido javaporco, o crânio começa a mudar ficando mais assemelhado ao do porco doméstico.
Os quartos dianteiros do javali são mais robustos que os traseiros, enquanto que no porco doméstico ocorre o contrário; a diferença se deve à intensa seleção por variedades de porcos domésticos com mais carne levada a cabo pelos criadores.
A boca é provida de enormes caninos que se projetam para fora e crescem continuamente. Os caninos superiores são curvados para cima, enquanto os inferiores, maiores ainda, chegam a ter 20 cm de comprimento. Os caninos são usados como armas em lutas entre machos e contra inimigos.
Ao contrário de certas raças de porcos domésticos, os javalis são cobertos de pelagem. Os pelos são rijos e nos adultos variam de cor entre o vermelho-escuro e o acastanhado. Os filhotes apresentam cor de terra clara com listras negras, o que lhes dá uma camuflagem muito eficiente. A pelagem dos filhotes escurece com a idade.

Habitat

Os javalis preferem bosques com bastante vegetação onde possam esconder-se, mas também frequentam à noite áreas abertas, assim como áreas cultivadas. Em sua ampla área de distribuição, ocupam bosques temperados até florestas tropicais. Não ocorrem em desertos nem em alta montanha.


Distribuição geográfica do javali há alguns séculos (verde) e áreas em que a espécie foi introduzida como espécie exótica (azul).

Distribuição geográfica e subespécies

O javali tem ampla distribuição geográfica. Ocorrem na maior parte da Europa e no Norte da África, junto ao Mar Mediterrâneo. Na Ásia, se distribuem pela Sibéria, Ásia Menor, Oriente Médio, Ásia Central, Índia, China, Japão e Sudeste Asiático até a Indonésia. Na Ásia, estão excluídos das regiões desérticas e altas cadeias de montanhas.
Antes, ocorriam ao longo do vale do Nilo até o Sudão, mas foram extintos nessa região há alguns séculos.
Na Europa, os javalis foram muito caçados e levados à beira da extinção em várias regiões, mas, nas últimas décadas, os animais têm aumentado em número e até recolonizado áreas de onde haviam desaparecido. As razões da recuperação na Europa incluem êxodo das populações humanas para os centros urbanos, com consequente diminuição de área cultivada, a reflorestação e a eliminação dos predadores naturais do javali, como o lobo e o lince.
Na Grã Bretanha, os javalis foram exterminados ainda em finais do século XIII, mas, na década de 1990, se restabeleceram pequenos grupos selvagens na Inglaterra derivados de animais que escaparam de fazendas de javalis. Na Dinamarca e na Suécia, os javalis foram extintos no século XIX, mas voltaram a partir dos anos 1970. Na região italiana da Toscana, onde o javali foi extinto devido à agricultura intensiva, foram detectados animais nos anos 1990.
Como em toda a Europa, em Portugal a população de javalis foi muito reduzida pela caça e destruição dos seus habitats, mas desde os anos 1970 tem havido um grande aumento em número. Ocorrem em grande parte do território continental português.


Subespécies

O número de subespécies de Sus scrofa é um assunto controverso, mas pode-se considerar que existam pelo menos quatro subespécies selvagens:
Sus scrofa scrofa (Norte da África e Europa)
Sus scrofa ussuricus (Norte da Ásia e Japão)
Sus scrofa cristatus (Ásia Menor, Índia e Sri Lanka)
Sus scrofa vittatus (Indonesia)
O porco doméstico é derivado do javali selvagem e é considerado por alguns autores como uma outra subespécie - Sus scrofa domestica.

Hábitos alimentares

O javali passa grande parte do dia fuçando a terra em busca de comida. É um animal omnívoro, com preferência por matéria vegetal como raízes, frutos, bolotas, castanhas e sementes. Também invadem terras cultivadas, especialmente campos de batata e milho.
Os javalis também incluem animais em sua dieta, como caracóis, minhocas, insetos, ovos de aves e até pequenos mamíferos. Também consomem animais mortos.

Comportamento

O javali é de comportamento sociável, mas não é territorialista, ou seja, não marca territórios. Reúne-se em grupos matriarcais, normalmente com três a cinco animais, formados pelas fêmeas e suas crias, embora possam ser encontrados grupos superiores a vinte indivíduos. A javalina (ou gironda - a fêmea do javali, quando já madura) dominante é a de maior idade e tamanho e sempre fica um pouco mais afastada do grupo como uma Guarda, que normalmente dá sua vida para que o restante fuja. Os jovens machos de um ano, chamados "barrascos", vivem na periferia do grupo.


Banho de lama.
Exceptuando-se o período de cio, os machos em idade reprodutora (barrões, varrões) são bem mais solitários, mas podem ser vistos acompanhados por um ou mais machos jovens, conhecidos por "escudeiros".
O grunhido do javali chama-se "arruar".

cotidiano

O javali, durante o dia, é normalmente sedentário e descansa em "manchas" (zonas de mato mais ou menos denso), onde faz seu "encame" (a "cama" do javali é constituída por pequenas depressões no terreno, feitas por eles próprios, sendo as destinadas a maternidade autenticos ninhos de vegetação construídos pelas marrãs - fêmeas parideiras). Durante as noites, é bastante ativo, chegando a percorrer distâncias consideráveis, que podem variar de 2 a 14 (?)km por noite, normalmente ao passo cruzado ou ao trote ligeiro (J. Reichholf, 1995), enquanto nas corridas pode praticar um rápido galope, que, no entanto, pode manter por curto período apenas.
Nos bosques, utiliza quase sempre os mesmos caminhos para suas andanças, variando com as estações e disponibilidade alimentar ou de refúgio, mas as fêmeas prenhes ou com crias tornam-se mais sedentárias.

Banho de lama

Os banhos na lama têm várias funções para os javalis. Uma função é regular a temperatura corporal, uma vez que os javalis não suam por terem glândulas sudoríparas atrofiadas. De igual modo se considera que os banhos de lama tem importante papel nas relações sociais da espécie, inclusive na seleção sexual. Enquanto no verão usam do banho na lama todos os javalis, sem distinção de sexo ou idade, durante a época do cio parecem reservados quase que exclusivamente aos machos adultos. Tem-se considerado 3 que estes banhos podem ajudar a manter os odores corporais sob um substrato estável como aquele proporcionado por uma camada de barro aderida ao pêlo.


Fêmea com crias.
Reprodução

Na Europa, o tempo de reprodução vai de Novembro a Janeiro, quando os machos adultos solitários buscam fêmeas receptivas. Ao encontrar uma "vara" (grupo de animais de mesma ninhada), o macho começa por expulsar os jovens do ano anterior. Se necessário, luta contra seus rivais para conquistar as fêmeas, em geral duas ou três, podendo alcançar até mesmo oito. As lutas pelas fêmeas podem ser ferozes: muitas vezes, os machos terminam feridos pelos caninos dos rivais.
A gestação dura cerca de 110 dias, com os nascimentos ocorrendo entre Fevereiro e Abril. As ninhadas tem entre 2 a 10 leitões, que após uma semana já podem acompanhar a mãe em suas andanças. O desmame acontece aos 3-4 meses de idade.
As crias com menos de 6 meses são amarelas, raiadas de castanho escuro e designam-se por listados. A partir dos 6 meses, a pelagem torna-se avermelhada e as crias tomam o nome de farropos. Progressivamente, a pelagem vai escurecendo até tomar uma tonalidade cinzenta escura, momento em que a cria passa a ser considerada um javali de vara.
A maturidade sexual é alcançada aos 8-10 meses, ainda que os machos jovens são impedidos de acasalar-se pelos machos mais velhos. O tempo de vida médio é de cerca de 20 anos em cativeiro.
O javali é o unico animal mamífero que, devidamente estimulado, ejacula depois de morto, sendo esta uma prática comum nas caçadas de besta.

Os javalis na cultura e mitologia



Túmulo gótico (século XIV) de Pedro Afonso, conde de Barcelos, com cenas de caça ao javali na lateral. Os caçadores usam lanças e cornetas, além de cães (Mosteiro de São João de Tarouca, Portugal).
Desde a Antiguidade Clássica à Idade Média, o javali foi sempre considerado como espécie cinegética de prestígio, especialmente os machos adultos, que eram vistos como o paradigma da coragem e bravura. Antes do advento das armas de fogo, o javali era caçado usualmente com um tipo de lança específico para o objectivo. A caça ao javali é ainda hoje em dia muito popular.
As referências culturais ao javali são abundantes desde pelo menos a Grécia Antiga. Um dos doze trabalhos de Hércules foi caçar o javali de Erimanto. O javali foi também símbolo de legiões romanas como XX Valeria Victrix, I Italica e X Fretensis.
Foi também um animal comum na heráldica medieval europeia; por exemplo como símbolo pessoal do rei Ricardo III de Inglaterra e nos brasões de várias cidades.
Na cultura popular actual, é o prato preferido na irredutível aldeia gaulesa das historietas de Asterix e Obelix.


Introdução e descontrole no Brasil

O javali foi introduzido em criações na Argentina e Uruguai,4 de onde ingressou no Rio Grande do Sul e progressivamente avança. A espécie não encontra predadores naturais, uma vez que é exótica, além de procriar com o porco doméstico, engendrando o chamado javaporco - neologismo criado para definir este cruzamento, que aumenta o efeito negativo da praga. Sua caça e abate são permitidos e até incentivados por órgãos de controle ambiental, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, que, em contrapartida, procuram incentivar a criação da espécie nativa, chamada de queixada. A criação controlada da espécie e de seus derivados, entretanto, ocorre em diversas fazendas, sobretudo destinada à exportação da carne, que possui alta cotação mercadológica.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Javali

jagua

O jaguar (Panthera onca), também conhecido por onça-pintada é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae que vive no continente americano, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina – apesar de estar, hoje, extinto em várias partes dessa região.


1. O jaguar, também conhecido como onça-pintada, é o terceiro maior felino do mundo, atrás do tigre e do leão, e é o maior do continente americano.

2. Os jaguares têm mandíbulas tão fortes que suas mordidas podem quebrar até mesmo ossos e cascos de tartaruga. A mordida dos jaguares é duas vezes mais poderosa do que a de um leão!

3. Como a maioria dos grande felinos, os jaguares são solitários e preferem caçar ao entardecer, ou à noite. Têm uma alimentação muito variada, podendo incluir cerca de 80 espécies, incluindo veados, antas, capivaras, raposas, peixes, sapos e cobras.

4. Apesar de temidos, os jaguares costumam fugir dos seres humanos. São raros os relatos de ataques deste felino ao homem e quando acontecem, normalmente estão relacionados com a defesa de seus filhotes.

5. Em antigas civilizações da América Central e do Sul, o jaguar é considerado um símbolo de força.
6. Os jaguares estão-se a extinguir em muitas regiões devido à perda de habitat em florestas tropicais da América do Sul e da caça pela sua pele.

7. Os filhotes dos jaguares nascem cegos e indefesos, precisando da proteção da mãe por cerca de 2 anos até aprenderem a caçar e poderem vingar sozinhos.

8. Os jaguares eram encontrados no oeste e sul dos Estados Unidos, incluindo Texas, Califórnia, Arizona e Novo México. Entretanto, o felino foi rapidamente eliminado do país, e muito poucas aparições foram registradas desde os anos 1960.

9. "Jaguar" origina-se do termo tupi ya'wara, e pode ser traduzido como "fera" e até "cão", já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer "fera" antes da chegada dos europeus.

10. O jaguar pode ficar até uma semana sem comer, mas pode devorar até 20 kg de carne em um único dia.

Jacaré

Jacaré-americano
Jacaré-americano
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Alligatoridae
Géneros
Alligator
Caiman
Melanosuchus
Paleosuchus

Os jacarés e os caimões (ou caimães) são répteis da ordem Crocodylia, que é dividida em três famílias: Gavialidae, Alligatoridae, Crocodylidae.
Jacarés pertencem à família Alligatoridae e são animais muito parecidos com os crocodilos, dos quais se distinguem pela cabeça mais curta e larga e pela presença de membranas interdigitais nos polegares das patas traseiras. Com relação à dentição, o quarto dente canino da mandíbula inferior encaixa num furo da mandíbula superior, enquanto que nos crocodilos sobressai para fora, quando têm a boca fechada. O tamanho de um jacaré pode variar de sessenta centímetros (jacaré-anão) até 6,5 metros (jacaré-açu), podendo pesar de três a quinhentos quilos.
Os jacarés habitam as Américas, tendo desaparecido da Europa no Plioceno. Na América do Norte, ocorre, predominantemente, o gênero Alligator. O gênero Crocodylus, da subfamília Crocodylinae, família Crocodylidae, como o Crocodylus acutus, é encontrado ao sul do estado norte-americano da Flórida.

Etimologia

O termo "jacaré" se origina do termo tupi îakaré2 . O termo "aligátor" se origina do termo inglês alligator3 . Já o termo "caimão" se origina do termo taino kaiman .

Distribuição geográfica

O jacaré é uma espécie típica do México e América do Sul, assim como o Alligator dos Estados Unidos, o crocodilo da África e o gavial do Pacífico e da Austrália. Todos pertencentes ao mesmo grupo de répteis (crocodylia), contudo apresenta características que o diferênciam enquanto Caimão. Este sendo como um nome comum a diversos jacarés americanos do gênero Caiman.

Classificação Taxonómica

Família Alligatoridae
Gênero Alligator
Jacaré-americano Alligator mississippiensis
Jacaré-da-china Alligator sinensis
Gênero Caiman
Jacaretinga ou Jacaré-de-óculos Caiman crocodylus
Jacaré-de-papo-amarelo Caiman latirostris
Jacaré-do-paraguai ou Jacaré-do-pantanal Caiman yacare
Gênero Melanosuchus
Jacaré-açu Melanosuchus niger
Gênero Paleosuchus
Jacaré-anão Paleosuchus palpebrosus
Jacaré-coroa Paleosuchus trigonatus

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacar%C3%A9

Iguana

Cabeça de iguana-roxo
Espécies
Iguana-das-caraíbas, Iguana catolicíssima
Iguana-verde, Iguana iguana
Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Iguana
Iguana é um género de répteis da família Iguanidae, característico das zonas tropicais das Américas: América Central, norte do Brasil e região central do México.
O iguana da espécie Iguana iguana, também chamado de iguana-verde, é um dos répteis mais criados em cativeiro.
Têm hábitos arborícolas, isto é, vivem em árvores, podendo atingir 180 cm. Quando novos, os iguanas possuem uma coloração verde intensa, já quando maiores, apresentam, ao longo do corpo, listras escuras. A cauda de uma iguana possui dois terços do comprimento total do corpo. Iguanas podem ser criadas em terrário tropical húmido, por habitar florestas tropicais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Iguana

Iaque

Schwarzer Yakbulle.JPG

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Subfamília: Bovinae
Género: Bos
Espécie: B. grunniens
Nome binomial
Bos grunniens
Linnaeus, 1766

O Iaque (Bos grunniens ou Poephagus grunniens, um sinônimo não universalmente aceito) é um bovino de pelagem longa encontrado na região do Himalaia, no sul da Ásia Central, Qinghai, no Planalto do Tibete, até à Mongólia, a norte.
Além de uma grande população doméstica, há uma população pequena e vulnerável de iaques selvagens. Em Tibetano, a palavra gyag refere-se só ao macho da espécie; uma fêmea é um dri ou nak. O resultado do cruzamento de um iaque com o zebu é conhecido como "chauri".
Iaques são animais de rebanho. Os iaques macho selvagens podem atingir 2,2 metros de comprimento, as fêmeas aproximadamente um terço daquele tamanho, e iaques domesticados 1,6-1,8 metros. Ambos os tipos têm o pêlo longo e desgrenhado para isolá-los do frio. Os iaques selvagens podem ser marrons ou pretos. Os domesticados também podem ser brancos. Tanto os machos como as fêmeas têm chifres.
Os iaques domésticos acasalam por volta de Setembro; as fêmeas podem conceber com 3-4 anos de idade, parem de Abril à Junho cada dois ou três anos, ao que parece dependendo da provisão alimentar. O período de gestação é de aproximadamente nove meses. Os bezerros são desmamados em um ano e ficam independentes logo depois disso. Os iaques podem viver mais de 20 anos.

Iaques selvagens

Iaques selvagens (Tibetano: drong) podem pesar até 1200 quilogramas e ter uma cabeça e o comprimento de corpo de 3-3.4 metros. Eles normalmente formam grupos de entre 10 e 30 animais. O seu habitat são terrenos elevados sem árvores como colinas, montanhas e planaltos entre cerca de 3,200 m (10,500 pés) e 5,400 m (18,000 pés). A fisiologia dos iaques é bem adaptada à grande altitude, tendo pulmões e coração maiores do que o gado encontrado em altitude mais baixa, e também maior capacidade para transportar o oxigênio através do seu sangue. Do modo inverso, os iaques não medram na altitude mais baixa. Os iaques comem gramas, líquens e outras plantas. Eles são isolados por uma camada de pêlo denso, fechado e entrelaçado em baixo do seu pêlo exterior desgrenhado. Os iaques secretam uma substância pegajosa especial no seu suor que ajuda a manter o seu pêlo de baixo entrelaçado e age como isolamento extra. Esta secreção é usada na medicina nepalesa tradicional. O pêlo também serve também para proteger o seu corpo de arranhões. Outra função do pêlo, é a de proporcionar camuflagem em lugares com mata mais fechada e escura, assim enganando os predadores. Além da camuflagem os iaques usam, também, os chifres para se proteger de inimigos ou predadores. Por essa razão, que apesar de ser um animal lento, consegue ripostar. Muitos iaques selvagens são mortos pelos Tibetanos pela sua carne; hoje em dia são uma espécie vulnerável.
Thubten Jigme Norbu, o irmão mais velho de Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama, informa na sua viagem de Kumbum em Amdo a Lhasa em 1950 que:
Cquote1.svg Por muito fiquei de ver os vastos rebanhos de drongs com meus próprios olhos. A vista daquelas bestas belas e poderosas que do tempo imemorial fizeram a sua casa no planalto estéril do Tibete nunca deixou de fascinar-me. De qualquer maneira essas criações tímidas conseguem sustentar-se nas raízes de grama raquíticas que é tudo o que a natureza fornece naquelas partes. E o que uma maravilhosa vista é ver um grande rebanho deles mergulhando cabeça abaixo em um galope selvagem através das estepes. A terra treme embaixo de seus saltos e uma nuvem vasta do pó marcam a sua passagem. Às noites eles vão se proteger do frio se misturando em cima um do outro em conjunto, com os bezerros no centro. Eles ficarão assim em uma nevasca, pressionados firmemente juntos uns nos outros que a condensação da sua respiração aumenta no ar como uma coluna do vapor. O nômade tentou ocasionalmente criar drongs jovens como animais domésticos, mas eles nunca tiveram sucesso inteiramente. De qualquer maneira uma vez que eles vivem em conjunto com seres humanos eles parecem perder a sua força assombrosa e poderes da paciência; e eles não são nenhum uso em absoluto como animais de carga, porque o seu dorso imediatamente fica dolorido. A sua relação imemorial com seres humanos tem permanecido antes naquele de caça e caçador, já que a sua carne é muito saborosa.5 Cquote2.svg
— Thubten Jigme Norbu

Iaques domesticados

Os iaques domesticados são mantidos principalmente pelo seu leite, fibra e carne, e como animal de carga. Eles transportam mercadorias através das passagens das montanhas para agricultores locais e comerciantes, bem como para expedições de caminhada e escalada. Eles também são usados para aração. O esterco de iaque é até queimado como combustível. O leite de iaque muitas vezes é processado para fazer um queijo chamado chhurpi nas línguas Tibetanas e nepalesas, e byaslag na Mongólia. A manteiga feita do leite de Iaques é um ingrediente do chá de manteiga que os Tibetanos consomem em grandes quantidades,6 e também é usado em lâmpadas e usado para fazer esculturas de manteiga usadas em festividades religiosas.
Muitas vezes os animais de carga são, na verdade, híbridos de iaque e Bos taurus (gado bovino comum). Esses são conhecidos no idioma Tibetano como dzo ou dzopkyo, e em mongol como khainag. Iaques grunhem, e diferentemente dos demais tipos de gado não são conhecidos por produzir o característico mugido bovino.
As fibras de iaque são suaves, lisas e podem ser de várias cores, inclusive tons de cinza, marrom, preto e branco. Eles têm aproximadamente 1.2 polegadas de comprimento São penteadas ou derramadas do iaque e logo desfeitas. O resultado é uma fibra penugenta que pode ser girada em lã para fio de trabalho de malha. O pêlo dos animais é convertido em cordas, tapetes e vários outros produtos. A sua pele é usada para fazer sapatos e bolsas e na construção de coracles. uma espécie de canoas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Iaque

himpopotamo

Hippopotamidae

Hipopótamo no zoológico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como ler uma caixa taxonómicaHipopótamo
Hipopótamo no zoológico
Hipopótamo no zoológico
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Hippopotamidae
Gray, 1821
Géneros
Hippopotamus
Hexaprotodon
Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Hippopotamidae
Hipopótamo (do grego ἱπποπόταμος, composto de ιππος, "cavalo", e πόταμος, "rio") o nome genérico de um mamífero ungulado de grande porte pertencente à família Hippopotamidae. É um artiodátilo mamífero, próprio da África, de pele muito grossa e nua, patas e cauda curtas, cabeça muito grande e truncada num focinho largo e arredondado.

Comportamento

Hipopótamos passam a maior parte de seus dias dentro da água ou da lama com os outros membros de seu grupo. A água serve para manter a temperatura do corpo baixa e para não deixar sua pele ficar seca. A maioria dos hipopótamos vive lutando com outros hipopótamos e sua reprodução ocorre na água.
Hipopótamos saem da água ao entardecer e viajam para o interior, às vezes até 8 km, para pastar na grama curta, a sua principal fonte de alimento. Estes grandes animais podem consumir 68 kg de grama a cada noite. Como quase qualquer herbívoro, eles vão consumir muitas outras plantas, mas sua dieta natural é composta quase só de grama, com apenas o consumo mínimo de plantas aquáticas. Hipopótamos já (raramente) foram filmados comendo carniça, geralmente perto da água. Existem outros relatos de comer carne, e até mesmo canibalismo e predação. A anatomia do estômago de um hipopótamo não é adequado para a carnivoria e comer carne é provavelmente causado por comportamento aberrante ou estresse nutricional.
A dieta de hipopótamos consiste principalmente de gramíneas terrestres, mesmo com que eles passem a maior parte de seu tempo na água. Por causa de seu tamanho e hábito de tomar os mesmos caminhos para se alimentar, hipopótamos podem ter um impacto significativo sobre a terra, mantendo a terra clara da vegetação e pressionando o chão. Por períodos prolongados, hipopótamos podem desviar os caminhos de pântanos e canais.
Hipopótamos adultos normalmente saem da água para respirar a cada 3-5 minutos. Hipopótamos adultos se movem em velocidades de até 8 km por hora enquanto estão na água. Os jovens têm de respirar a cada dois ou três minutos. O processo de respiração é automático, e até mesmo se ele dormir vai subir e respirar sem acordar. Um hipopótamo fecha suas narinas quando se submerge.
Tal como acontece com peixes e tartarugas em um recife de coral, às vezes o hipopótamo visita "estações de limpeza", e lá quando ele abre a boca é um sinal que os peixes podem limpar parasitas existentes em sua boca. Para muitos peixes, estes parasitas são um alimento.

Descrição

Estes animais vivem geralmente próximo de rios, onde passam grande parte do seu tempo imersos, pois eles tem uma pele sensível a luz solar. Os hipopótamos são herbívoros e alimentam-se durante a noite da vegetação existente nas margens dos rios que habitam, mas há indícios de canibalismo de machos adultos com filhotes.
Os hipopótamos são preguiçosos em terra, mas ainda podem atingir velocidades de 50 km/h. Na água são rapidos e mostram diversas adaptações em sua existência, na maior parte aquática, inclusive orelhas e narinas que podem se fechar e uma secreção da pele que funciona como protetor solar, anti-séptico e anti-bacteriano. A pele dos hipopótamos é muito sensível a queimaduras solares e, para se proteger, segrega uma substância de cor vermelha que ao longe pode ser confundida com sangue.
Um hipopótamo macho adulto (que é quase sempre maior do que a fêmea) pode medir 4 metros e chegar a 3500 kg, sendo um dos maiores mamíferos terrestres, atras apenas dos elefantes e rinocerontes.
Eles tem uma mordida extremamente forte em torno de 810 kg, mais do dobro da mordida de um leão.
O único predador natural dos hipopótamos são os leões que os caçam em bandos.
Os hipopótamos são animais grandes, com uma dentição herbívora, mas têm caninos grandes e auto afiáveis que são usados para se defender.
Eles causam mais mortes de humanos na áfrica do que os leões, búfalos, elefantes e rinocerontes juntos, são muito agressivos e territoriais, eles avisam antes de atacar, geralmente ele fica encarando e depois abre sua grande boca para mostrar os dentes, mas muitas pessoas confundem com um bocejo.

Vivem em grupos gregários com cerca de vinte animais, constituídos pelas fêmeas e crias e liderados por um macho.
Podem viver em média 30 anos, porém, em cativeiro, indivíduos da espécie hipopótamo-pigmeu vivem entre 42-55 anos, mais do que na selva. Recobre-o uma rugosa pele cinzenta - que em alguns pontos tem mais de 5 cm de espessura - e sustenta-se sobre pernas muito curtas. Uns ralos pêlos espalham-se pelo corpo.
O hipopótamo é um ótimo nadador. Como a gordura é mais leve que a água, e está acumulada sob a espessa pele, ajuda-o a flutuar. Além disso, a gordura estabiliza a temperatura interna do animal, quando está dentro da água.
Os hipopótamos eram sagrados para os antigos egípcios. A deusa da fertilidade, Tuéris, foi representada como um hipopótamo bípede.
Os hipopótamos são animais sociais, vivendo em grupos de 10 a 30 animais, embora grupos de mais de uma centena já tenham sido observados. Os grupos possuem várias fêmeas e machos mas apenas um macho alfa. A mediação de encontros entre machos de um mesmo grupo é feita através da prática do "gaping", sem tradução em português, que consiste no enfrentamento de dois machos dentro da água e na abertura de suas bocas em um ângulo de até 140 graus, de modo que oferecer ao adversário uma estimativa de tamanho, submetendo assim os indivíduos menores e evitando confrontos físicos que poderiam ferir a ambos.
Outro comportamento curioso é chamado de "flinging", por meio do qual os hipopótamos espalham suas fezes ao longo da linha de areia do rio, bem como ao longo de suas trilhas em direção aos campos de pastagem, de modo a facilitar sua locomoção sem o uso dos olhos, percorrendo trilhas de retorno à água com a ajuda do faro mesmo na ausência de luminosidade.

Classificação

Segundo Boisserie (2005) a sistemática e taxonomia da família seria:
Gênero Hippopotamus Linnaeus, 1758 - Hipopótamos verdadeiros
Hippopotamus amphibius Linnaeus, 1758 - Hipopótamo-comum ou Hipopótamo-do-Nilo
Hippopotamus amphibius amphibius Linnaeus, 1758
Hippopotamus amphibius capensis Desmoulins, 1825
Hippopotamus amphibius constrictus Zukowsky, 1924
Hippopotamus amphibius kiboko Heller, 1914


Hipopótamos.

Hippopotamus amphibius tschadensis Schwarz, 1914
†Hippopotamus antiquus Desmarest, 1822 - Hipopótamo-europeu
†Hippopotamus creutzburgi Boekschoten e Sondaar, 1966 - Hipopótamo-pigmeu-de-creta
†Hippopotamus creutzburgi creutzburgi Boekschoten e Sondaar, 1966
†Hippopotamus creutzburgi parvus Kuss, 1975
†Hippopotamus minor Desmarest, 1822 - Hipopótamo-anão-do-chipre
†Hippopotamus melitensis Major, 1902 - Hipopótamo-pigmeu-de-Malta
†Hippopotamus pentlandi Von Meyer, 1832 - Hipopótamo-pigmeu-da-Sicília
†Hippopotamus lemerlei Grandidier, 1868 - Hipopótamo-pigmeu-de-Madagascar
†Hippopotamus laloumena Fauré e Guerin, 1990 - Hipopótamo-pigmeu-de-Madagascar
†Hippopotamus gorgops Dietrich, 1928
Espécies possivelmente pertencentes ao gênero Hippopotamus:
†Hippopotamus aethiopicus (Coryndon e Coppens, 1975)
†Hippopotamus karumensis (Coryndon, 1977)
†Hippopotamus protamphibius (Arambourg, 1944)
†Hippopotamus coryndoni Gèze, 1985
†Hippopotamus afarensis Gèze, 1985


Hipopótamos-pigmeus
Gênero Heprotodon Falconer e Cautley, 1836
†Hexaprotodon palaeindicus (Falconer e Cautley, 1847) - Hipopótamo-indiano
†Hexaprotodon namadicus (Falconer e Cautley, 1847) - Hipopótamo-pigmeu-indiano
†Hexaprotodon bruneti Boisserie e White, 2004 - Hipopótamo-de-Afar
†Hexaprotodon sivalensis Falconer e Cautley, 1836 - Hipopótamo-de-Sivalik
†Hexaprotodon dulu Boisserie, 2004 - Plioceno Inferior, Formaçao Sagantole, Vale do Médio Awash valley, Afar, Etiópia
†Hexoprotodon sp. - Hipopótamo-do-Myanmar
Gênero †Archaeopotamus Boisserie, 2005
†Archaeopotamus harvardi (Coryndon, 1977)
†Archaeopotamus lothagamensis (Weston, 2000)
e mais 2 espécies ainda não descritas
Gênero Choeropsis Leidy, 1853
Choeropsis liberiensis (Morton, 1849) - Hipopótamo-pigmeu
Choeropsis liberiensis liberiensis (Morton, 1849)
Choeropsis liberiensis heslopi Corbet, 1969 (possivelmente extinto)
†Choeropsis madagascariensis (Guldberg, 1883) - Hipopótamo-pigmeu-de-Madagascar
Gênero †Saotherium Boisserie, 2005
†Saotherium mingoz (Boisserie et al., 2003)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hippopotamidae

Hiena


Tipos de hienas
Tipos de hienas
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Hyaenidae
Géneros
Proteles
Hyaena
Crocuta
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Hyaenidae é a família da ordem Carnivora que inclui os vários tipos de hienas e o lobo-da-terra. O grupo habita as planícies e savanas de África e oeste da Ásia e nenhum dos seus membros corre actualmente perigo de extinção – apesar de a hiena-castanha possuir uma distribuição geográfica restrita ao sul da África.
Apesar de se parecerem exteriormente com os canídeos, as hienas têm maior afinidade com a família Viverridae e, juntamente com os membros dessa última e com os membros da família Felidae, têm origem na extinta família Viverravidae.

Etimologia

"Hiena" vem do grego hyaina, através do latim hyaena.

Características

As hienas são animais carnívoros de médio a grande porte que ocupam lugares cimeiros na cadeia alimentar; a excepção é o lobo-da-terra que é insectívoro. A sua cabeça é grande em relação ao corpo, com orelhas relativamente grandes de terminação em bico ou arredondada e músculos maxilares poderosos. As patas traseiras, fortemente musculadas, são mais curtas que as patas da frente, o que dá um aspecto assimétrico ao animal. Apesar de serem caçadores eficientes, grande parte da alimentação das hienas é à base de carcaças que encontram ou que roubam a outros carnívoros. As hienas não são corredoras de velocidade, mas são resistentes e podem perseguir uma presa ao longo de vários quilômetros. A dentição é composta por 32 a 34 dentes fortes e adaptados à mastigação de ossos. O seu sistema digestivo está bastante bem adaptado à digestão de ossos e outras partes mais duras das suas presas. Esta eficiência em aproveitar todos os nutrientes de uma carcaça é uma das razões para o sucesso evolutivo do grupo - no qual as formas meramente corredoras, com uma dentição mais adaptada ao consumo de partes moles, desapareceram pela competição ecológica com os canídeos. À excepção do lobo-da-terra, que é solitário, as hienas são animais gregários e têm hábitos noturnos, embora possam pontualmente estar ativas de dia.A hiena produz um som parecido com o de uma risada.
Suas sociedades são dominadas pelas fêmeas, o que não é comum entre mamíferos, e as fêmeas têm níveis de agressividade muito altos, gerando hormônios masculinos, o que de fato interfere na procriação. Até as crias são muito agressivas e é comum matarem-se umas as outras. As hienas nascem com os olhos abertos e os dentes inteiramente formados.
Vivem em clãs de até quarenta animais. Costumam caçar as presas como os lobos e raramente atacam em emboscada.
O grupo surgiu na Eurásia no Miocénico (há cerca de 10 milhões de anos), a partir da família Viverridae, tendo a separação dos géneros Crocuta e Hyaena ocorrido no Pliocénico. A máxima diversificação das hienas verificou-se no Plistocénico, com nove espécies que viviam na Europa, Ásia e África. As variedades europeias extinguiram-se no fim da Idade do Gelo, devido à extinção da megafauna de que se alimentavam e às dramáticas alterações climáticas que então ocorreram.

Taxonomia da Família Hyaenidae

Subfamília †Protictitheriinae[editar | editar código-fonte]
Gênero †Protictitherium
Gênero †Plioviverrops

Subfamília Protelinae

Gênero Proteles
Proteles cristatus - Lobo-da-terra

Subfamília †Ictitheriinae

Gênero †Tungurictis Colbert, 1939
Gênero †Thalassictis Nordmann, 1850
†Thalassictis robusta Gervais, 1850
†Thalassictis proava - Mioceno Médio-Superior, Paquistão
†Thalassictis (Miohyaena) certa (Forsyth-Major, 1903) - Mioceno Médio (MN 7-8), La Grive Saint-Alban (Isère, França
†Thalassictis montadai - Mioceno Médio, Hostalets de Pierola, Espanha
†Thalassictis sarmatica
†Thalassictis spelaea (Semenov, 1988)
Gênero †Tongxinictis
Gênero †Ictitherium Wagner, 1848
Gênero †Hyaenotherium
†Hyaenotherium wongii
Gênero †Miohyaenotherium
†Miohyaenotherium bessarabicum (Simionescu, 1937)
Gênero †Hyaenictitherium Kretzoi, 1938
†Hyaenictitherium hyaenoides
†Hyaenictitherium parvum
†Hyaenictitherium pilgrimi
†Hyaenictitherium namaquensis

Subfamília Hyaeninae

Tribo †Chasmaporthetini
Gênero †Lycyaena Hensel, 1861
†Lycyaena chaeretis
†Lycyaena dubia
†Lycyaena macrostoma
†Lycyaena crusafonti
Gênero †Hyaenictis Gaundry, 1861
†Hyaenictis graeca
†Hyaenictis almerai
†Hyaenictis hendeyi
Gênero †Chasmaporthetes Hay, 1921
†Chasmaporthetes ossifragus
†Chasmaporthetes australis
†Chasmaporthetes nitidula
†Chasmaporthetes silberbergi
†Chasmaporthetes exitelus
†Chasmaporthetes borissiaki
†Chasmaporthetes lunensis
Tribo Hyaenini
Gênero †Metahyaena Viranta e Werdelin, 2003
†Metahyaena confector Viranta e Werdelin, 2003 - Mioceno Superior
Gênero †Palinhyaena Qiu, Huang e Guo, 1979
†Palinhyaena reperta
Gênero †Ikelohyaena
†Ikelohyaena abronia
Gênero †Leecyaena Young e Liu, 1948.
†Leecyaena lycyaenoides
†Leecyena bosei
Gênero Hyaena Brisson, 1862
Hyaena brunnea - Hiena-castanha
Hyaena hyaena - Hiena-riscada
Gênero †Pliocrocuta Kretzoi, 1938
†Pliocrocuta perrieri Kretzoi, 1938
Gênero †Pachycrocuta Kretzoi, 1938
†Pachycrocura pyrenica
†Pachycrocuta robusta
†Pachycrocuta brevirostris
†Pachycrocuta bellax
Gênero †Adcrocuta Kretzoi, 1938
†Acrocuta eximia - Mioceno Superior, Akkaşdaği, Turquia
Gênero Crocuta Erxleben, 1777
Crocuta crocuta - Hiena-malhada
Gênero †Euryboas
Hiena-caçadora (extinta)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hiena