quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Formiga


Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Superordem: Endopterygota
Ordem: Hymenoptera
Subordem: Apocrita
Superfamília: Vespoidea
Família: Formicidae
Latreille, 1809
Géneros
Lista incompleta
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Wikispecies
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As formigas são animais pertencentes à família Formicidae, o grupo mais numeroso dentre os insetos. São seres particularmente interessantes porque formam níveis avançados de sociedade, ou seja, a eusocialidade. Todas as formigas, algumas vespas e abelhas, são considerados como insetos eusociais, fazendo parte da ordem Hymenoptera. As formigas estão incluídas em uma única família, Formicidae, com 12.585 espécies descritas até 2 de setembro de 2010, distribuídas por todas as regiões do planeta, exceto nas regiões polares. As formigas são o gênero animal de maior sucesso na história terrestre, constituindo de 15% a 20% de toda a biomassa animal terrestre.
Acredita-se que o surgimento das formigas na Terra deu-se durante o período Cretáceo (há mais de 100 milhões de anos) e pensa-se que elas evoluíram a partir de vespas que tinham aparecido durante o período Jurássico.
Estima-se que o peso de todas as formigas do planeta supera o peso de toda a humanidade. As formigas-rainhas podem gerar 300 mil novos insetos em apenas uma semana. Assim, estima-se que existam 1016 de formigas na Terra.
Por vezes, confundem-se as térmitas (cupins) com as formigas, mas pertencem a grupos distintos.
As formigas distinguem-se dos outros insetos – mas algumas destas características são comuns a alguns tipos de vespas ou abelhas - por apresentarem:
Uma casta de obreiras sem asas;
As fêmeas são prognatas (peças bucais no ácron);
Presença de um ‘’saco infrabucal’’ entre o lábio e a hipofaringe;
Antenas articuladas, com o artículo distal alongado (exceto nas subfamílias Armaniinae e Sphecomyrminae);
Glândula metapleural nas fêmeas, abrindo na base das patas posteriores;
O segundo, e em algumas espécies também o terceiro, segmento abdominal formando um “pecíolo” (pouco diferenciado nas Armaniinae);
As asas anteriores não apresentam nervuras[desambiguação necessária] ramificadas;
A rainha perde as asas depois da cópula, que é realizada em voos de milhares de indivíduos.
O estudo das formigas denomina-se mirmecologia.


Organização social das formigas

Macho alado
Embora nem todas as espécies de formigas construam formigueiros, muitas fazem autênticas obras de engenharia, normalmente subterrâneas, com um complexo sistema de túneis e câmaras com funções especiais – para o armazenamento de alimentos, para a rainha, o “berçário”, onde são tratadas as larvas, etc.
As sociedades das formigas são organizadas por divisão de tarefas, muitas vezes chamados castas. As tarefas podem ser distribuídas pelo tamanho e/ou pela idade do indivíduo.
A função da reprodução é realizada pela rainha e pelos machos. A reprodução é feita pelo voo nupcial. A rainha vive dentro do formigueiro, é maior que as restantes formigas, perde as asas depois de fecundada e durante toda a sua vida põe ovos. Os machos aparecem apenas quando é necessário fecundar uma nova rainha, o que acontece durante um voo em que participam milhares de fêmeas e machos alados; depois da fecundação, os machos não são autorizados a entrar no formigueiro e geralmente morrem rapidamente.
As restantes funções – procura de alimentos, construção e manutenção do formigueiro e sua defesa – são realizadas por fêmeas (que não possuem asas, para maior mobilidade no formigueiro) estéreis, as obreiras. Em certas espécies, as obreiras que realizam as diferentes funções estão também divididas em castas. Normalmente, as que se ocupam da defesa – ou para o ataque, uma vez que algumas espécies são predadoras de animais que podem ser maiores que elas – têm as peças bucais extremamente grandes e fortes.
Existem também outras 2 funções: a de operário e a de soldado. As operárias tomam conta da cria (ovos, larvas e pupas), fazem a limpeza do formigueiro e coletam o alimento. Já as formigas soldados guardam a entrada do formigueiro sem descanso.

Desenvolvimento

As pequenas formigas desenvolvem-se por metamorfoses completas, passando por um estado larvar equivalente à lagarta dos outros insectos e pelo estado de pupa. A larva não tem pernas e é alimentada pelas obreiras por um processo chamado trofalaxia, no qual a obreira regurgita alimentos por ela ingeridos e digeridos. Os adultos também distribuem alimento entre si por este processo. As larvas e pupas precisam de temperatura constante para se desenvolverem e, por isso, são transferidas para câmaras diferentes, de acordo com o seu estágio de desenvolvimento.
A diferenciação em castas é determinada pelo tipo de alimento que recebem nos diferentes estados larvares e as mudanças morfológicas que caracterizam cada casta aparecem abruptamente.

Comportamento das formigas


Comunicação

As formigas se comunicam geralmente por uma química chamada feromonas, esses sinais de mensagens são mais desenvolvidos na espécie das formigas que em outros grupos de himenópteros. Como as formigas passam a vida em contato com o solo, elas deixam uma trilha de feromônio que pode ser seguida por outras formigas. Quando uma obreira encontra comida ela deixa um rastro no caminho de volta para a colônia, e esse é seguido por outras formigas que reforçam o rastro quando elas voltam à colônia. Quando o alimento acaba, as trilhas não são remarcados pelas formigas que voltam e o cheiro se dissipa. Esse comportamento ajuda as formigas a se adaptarem à mudanças em seu meio. Quando um caminho estabelecido para uma fonte de comida é bloqueado por um novo obstáculo, as obreiras o deixam para explorar novas rotas. Se bem sucedida, a formiga retorna e marca um novo rastro para a rota mais curta. Trilhas bem sucedidas, são seguidas por mais formigas, e cada uma o reforça com mais feromônio (as formigas seguirão a rota mais fortemente marcada). A casa é sempre localizada por pontos de referência deixados na área e pela posição do sol; os olhos compostos das formigas têm células especializadas que detectam luz polarizada, usados para determinar direção. As formigas usam feromônio para outros propósitos também. Uma formiga esmagada emitirá um alarme de feromônio, o qual em alta concentração leva as formigas mais próximas a um furor de ataque; e, em baixa concentração, as atrai. Para confundir inimigos, várias espécies de formigas também usam feromônios que os fazem lutar entre eles mesmos.
Como outros insetos, as formigas sentem o cheiro com longas e finas antenas. As antenas têm como cotovelos ligados ao primeiro segmento alongado; e visto que vêm em pares-como visão binocular ou equipamento de som estereofônico elas obtêm informações sobre direção e intensidade. Quando duas formigas se encontram, tocam as antenas e as feromonas que estiverem presentes fornecem informação sobre o estado de alimentação de cada uma, o que pode levar à trofalaxia, ou seja, uma delas regurgita a comida para a outra. A rainha produz uma feromona especial que indica às obreiras quando devem começar a criar novas rainhas.
As formigas geralmente atacam e defendem-se ferroando, por vezes injectando compostos químicos no animal atacado, em especial, o ácido fórmico.
Tipos de formigas[editar | editar código-fonte]

Há uma grande diversidade de formigas e dos seus comportamentos:
As formigas-correição, da América do Sul e da África, não constroem formigueiros permanentes e alternam entre uma vida nômade e a organização de abrigos temporários formados pelos corpos das obreiras. As sociedades reproduzem-se, quer por vôos nupciais, quer por divisão do grupo, em que um grupo de obreiras se separa e cava um ninho para criar novas rainhas. Os membros de cada grupo distinguem-se pelo olfacto e normalmente atacam outros intrusos.
Algumas formigas atacam outros formigueiros, roubam as pupas e criam-nas como obreiras. Algumas espécies, como a formiga da Amazónia (por exemplo, Polyergus rufescens), tornaram-se totalmente dependentes destas obreiras, ao ponto de, sem eles, serem incapazes de se alimentar.


Formigas Pote de Mel
As “formigas-pote-de-mel” criam obreiras especiais, cuja única função é armazenar comida nos seus próprios corpos para o resto do grupo, ficando geralmente imóveis, com grandes abdómens cheios de comida. Em locais secos, mesmo desertos, em África, América do Norte e Austrália, estas formigas são consideradas um “petisco” delicioso.
As “formigas-tecelãs" (Oecophylla) constroem ninhos em árvores cosendo folhas, que juntam formando pontes de obreiras e depois cosendo-as com seda que obtêm de larvas criadas para esse efeito.
As “formigas-cortadoras” dos gêneros Atta e Acromyrmex pertencem à tribo Attini, e vivem exclusivamente na América, do norte da Argentina até o sul dos Estados Unidos. Ao contrário do que se pensa, as formigas não se alimentam ingerindo as folhas que cortam (mas podem ingerir exsudatos açucarados destas folhas). Alimentam-se do fungo que elas cultivam dentro do formigueiro. Elas possuem várias castas, com funções específicas na manutenção da colônia (operárias, soldados, operárias do jardim) . Umas cortam e/ou carregam folhas, flores e ramos, outras cuidam da limpeza e da defesa da colônia, e outras ainda do cultivo do fungo e do cuidado com os filhotes, chamados larvas. As formigas da casta das "jardineiras", cortam as folhas e, ao fazê-lo, aproveitam para se alimentarem da seiva exudada. Estas folhas são carregadas para o interior do formigueiro, onde formigas de outra casta se encarregarão de triturá-las para o cultivo de um fungo de cor branca, base da sua alimentação. O fungo supre as necessidades alimentares de todas as formigas que vivem exclusivamente dentro do formigueiro, como as larvas, e da rainha. Esta, por sua vez, se encarrega de colocar os ovos durante toda a vida e, através de seus descendentes, perpetua a colônia. São conhecidas 14 espécies de formigas cortadeiras do gênero Atta e mais de 25 espécies do gênero Acromyrmex.

Relações das formigas com outros organismos

Algumas espécies de afídeos segregam um líquido doce que normalmente é desperdiçado, mas as formigas recolhem-no e, ao mesmo tempo, protegem os afídeos de predadores e chegam a transportá-los para locais com melhor comida.
Uma relação parecida existe com as lagartas mirmecófilas (“amigas das formigas”) que são criadas por algumas formigas. Estas levam-nas a “pastar” durante o dia e recolhem-nas ao formigueiro à noite. As lagartas têm uma glândula que segrega igualmente um líquido doce que as formigas “mungem”, massageando o local onde está a saída da glândula.
Ao contrário, existem microorganismos mirmecófagas (que comem formigas): estas lagartas segregam uma feromona que faz as formigas pensarem que a lagarta é uma das suas larvas, levam-nas para o formigueiro, onde as lagartas se alimentam das larvas das formigas.
Humanos e formigas[editar | editar código-fonte]



Um tipo de formiga doméstica que costuma formar seu ninho em eletrodomésticos como vídeo cassete ou computador por causa da temperatura, podendo muitas vezes danificá-los. Elas costumam habitar partes ocas na parede da casa.
As formigas são úteis porque podem ajudar a exterminar outros insetos daninhos e a aerificar o solo. Por outro lado, podem tornar-se uma praga quando invadem as casas, jardins e campos de cultivo. As “formigas-carpinteiras” destroem a madeira furando-a para fazer os seus ninhos.8
Algumas espécies, chamadas “formigas-assassinas”, têm a tendência de atacar animais muito maiores que elas, quer para se alimentarem, quer para se defenderem. É raro atacarem o homem, mas podem dar picadas muito dolorosas e, se forem em grandes números, podem causar dano permanente ou matar por alergia grave.
As formigas encontram-se em muitas fábulas e histórias infantis da cultura ocidental, representando o trabalho e esforço cooperativo, assim como agressividade e espírito de vingança. Em partes de África, as formigas são consideradas mensageiras dos deuses. Algumas religiões dos índios norte-americanos, como os hopis, consideram as formigas como os primeiros habitantes do mundo. Outras usam picadas de formigas em cerimônias de iniciação, como teste de resistência.

Tempo de Vida

Desde a etapa em que são ovos, até se tornarem adultas, as formigas demoram entre 6 a 10 semanas. Em geral as operárias podem viver alguns meses, com algumas espécies podendo viver aproximadamente 3 anos. As rainhas vivem mais do que as operárias, sendo que a maior longevidade foi registrada na espécie Pogonomyrmex owyheei, que atingiu uma idade de 30 anos. As formigas aparentemente vivem mais quando são alimentadas com o mel de rainha.

Subfamílias


Subfamília Aenictinae
Subfamília Aenictogitoninae
Subfamília Agroecomyrmecinae
Subfamília Amblyoponinae
Subfamília Aneuretinae
Subfamília Cerapachyinae
Subfamília Dolichoderinae
Subfamília Dorylinae
Subfamília Ecitoninae
Subfamília Ectatomminae
Subfamília Formicinae
Subfamília Heteroponerinae
Subfamília Leptanillinae
Subfamília Leptanilloidinae
Subfamília Martialinae
Subfamília Myrmeciinae
Subfamília Myrmicinae
Subfamília Paraponerinae
Subfamília Ponerinae
Subfamília Proceratiinae
Subfamília Pseudomyrmecinae

Foca

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Carnivora
Superfamília: Pinnipedia
Família: Phocidae

As focas são mamíferos da família dos focídeos (em latim científico, Phocidae), super-família dos pinípedes (Pinnipedia), adaptadas à vida marinha. O corpo de uma foca é hidrodinâmico, semelhante a um torpedo, com os membros posteriores e anteriores em forma de nadadeira. Outro detalhe interessante é que as focas não possuem orelhas, o que as distingue da família Otariidae (leões-marinhos). Todas essas características fazem, das focas, excelentes nadadoras. Em contrapartida, as focas não têm habilidade em terra firme, sendo presas fáceis para ursos-polares e caçadores.

Etimologia

"Foca" se originou do termo grego phóke, através do termo latino phoca .

Características

As focas são carnívoras e alimentam-se de peixes e cefalópodes. Geralmente, reproduzem-se em colónias.
As focas possuem em torno de 1,70 m de comprimento, pesam de 80 a 100 kg e o período de reprodução é entre fevereiro e maio.
Localizam-se na região do Polo Norte e são excelentes e ágeis nadadoras. Suas orelhas são internas e possuem poucos pelos no corpo, sendo que eles são grossos e curtos, tendo a coloração cinza ou marrom escuro. As focas são capazes de fechar as narinas embaixo d'água enquanto procuram comida. Geralmente, os adultos machos medem aproximadamente 2 metros de extensão. Com aproximadamente 6 meses de vida, o filhote de foca já consegue nadar sozinho. As focas se comunicam entre si através da emissão de sons graves.E podem viver 50 anos.

Taxonomia

Subordem Pinnipedia
Família Otariidae: leões-marinhos
Família Odobenidae: morsas
Família Phocidae
Subfamília Monachinae
Tribo Monachini
Monachopsis (extinto)
Pristiphoca (extinto)
Properiptychus (extinto)
Messiphoca (extinto)
Mesotaria (extinto)
Callophoca (extinto)
Pliophoca (extinto)
Pontophoca (extinto)
Foca-monge-do-havaí, Monachus schauinslandi
Foca-monge-do-mediterrâneo, Monachus monachus
Foca-monge-das-caraíbas, Monachus tropicalis (provavelmente extincto por volta de 1950)
Tribo Miroungini
Elefante-marinho-do-Norte, Mirounga angustirostris
Elefante-marinho, Mirounga leonina
Tribo Lobodontini
Monotherium wymani (extinto)
Foca-de-Ross, Ommatophoca rossi
Foca-caranguejeira, Lobodon carcinophagus
Foca-leopardo, Hydrurga leptonyx
Foca-de-weddell, Leptonychotes weddelli
Acrophoca longirostris, (extinto)
Piscophoca pacifica (extinto)
Homiphoca capensis (extinto)
Subfamília Phocinae
Kawas benegasorum (extinto)
Leptophoca lenis (extinto)
Preapusa (extinto)
Cryptophoca (extinto)
Foca-barbuda, Erignathus barbatus
Tribo Phocini
Foca-comum, Phoca vitulina
Phoca largha
Foca-anelada Phoca hispida
Nerpa ou Foca-do-baikal, Phoca sibirica - única foca de água doce
Foca-do-mar-cáspio, Phoca caspica
Foca-da-groenlândia, Phoca groenlandica (ou Pagophilus groenlandicus)
Foca-de-bandas, Phoca fasciata
Foca-de-capuz, Cystophora cristata
Phocanella (extinto)
Platyphoca (extinto)
Gryphoca (extinto)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Foca

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Estrela-do-mar



Estrela do Mar
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Echinodermata
Classe: Asteroidea
Ordens
Brisingida (100 espécies)
Forcipulatida (300 espécies)
Paxillosida (255 espécies)
Notomyotida (75 espécies)
Clypeasteroida
Spinulosida (120 espécies)
Valvatida (695 espécies)
Velatida (203 espécies)


Astropecten lorioli - Uma espécie extinta, Jurássico
A estrela-do-mar é um equinodermo da classe asteroidea, divididas em algumas famílias.
Como todos os canfilamínicos, as estrelas–do–mar são animais marinhos. O seu corpo pode ser liso, granuloso ou com espinhos bem evidentes, apresentando cinco pontas ocas, chamadas braços. O corpo é duro e rígido, devido seu endo esqueleto, e pode ser quebrado em partes se tratado rudemente. Apesar disso, o animal consegue dobrar-se e girar os braços quando passeia ou quando seu corpo se encontra em espaços irregulares entre rochas ou outros abrigos. As estrelas–do–mar podem ter entre alguns centímetros e um metro de diâmetro (Pycnopodia). Estes animais movem-se usando a retracção e a distensão dos seus pés ambulacrários. A respiração do animal se da através de trocas gasosas pelos pés ambulacrários e sua reprodução é feita sobretudo através da regeneração, ou seja, se um dos braços desse animal for cortado pode desenvolver uma estrela do mar nova. Se a reprodução for sexuada, a estrela do mar tem um estado larvar. As estrelas do mar não possuem lanterna de Aristóteles e por isso não podem mastigar os alimentos. Para se alimentar lança o estômago pela boca, localizada em sua face oral localizada na parte inferior. É dotada de sistema digestivo completo, e o seu ânus localiza-se na parte superior; proximamente encontramos uma placa madreporita, que atua como um captador de água, necessária para o funcionamento do sistema ambulacral ou sistema hidrovascular.

Anatomia

A maioria das estrelas do mar têm cinco braços que se irradiam a partir de um disco central, mas o número varia de acordo com o grupo.Luidia ciliaris tem sete braços, Fromia polypora tem 5 braços, membros da Solasteridae ter dez a quinze, enquanto a Antártida annulatus Labidiaster pode ter até cinqüenta. Não é raro em espécies que normalmente têm cinco braços para os indivíduos a possuir seis ou mais através do desenvolvimento anormal.


Curiosidades

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As estrelas-do-mar não possuem cérebro, o seu sistema nervoso é ventral e ganglionar.
Existem cerca de 1.800 tipos de estrelas-do-mar conhecidas.
A semelhança entre homem e estrela-do-mar é que ambos são deuterostomados: o blastóporo dando origem ao ânus, e não à boca como os protostomados.
Como a maioria dos equinodermas — animais exclusivamente marinhos —, as estrelas-do-mar possuem sexos separados – os ovos são lançados diretamente no mar, onde ocorre a fecundação formando então uma larva – no desenvolvimento dessa larva temos a formação de um indivíduo adulto.
A capacidade de regeneração das estrelas-do-mar é bem conhecida, qualquer fragmento do corpo que contenha uma porção de disco central, é capaz de regenerar-se, podendo esse processo levar até um ano. Quando as estrelas do mar quebram uma parte de seu corpo que esteja nas "pontas" (ou seja, seus braços) elas conseguem regenerar um outro criando até uma nova estrela-do-mar ou um braço mais resistente.

Culinária

Algumas espécies de estrelas-do-mar são usadas para culinária.

Em Portugal

Em Portugal encontram-se ao longo de toda a costa, mas não existe informação em relação ao número de indivíduos nem sobre o Estatuto de Conservação, não se sabendo se são abundantes, ou até se estão em expansão ou regressão.
Sabe-se apenas que se distribuem de acordo com as suas próprias características de habitat, que variam entre águas frias ou quentes. Existem estrelas-do-mar provenientes da zona do Mediterrâneo, outras com características das águas boreais (que ocorrem também no Norte da Europa) e ainda com características das águas africanas (no caso da Madeira). Há também espécies nos Açores, características das Caraíbas, que são trazidas pela corrente do Golfo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela-do-mar

Falcão-americano

Falco sparverius Flickr.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Falconidae
Género: Falco
Espécie: F. sparverius
Nome binomial
Falco sparverius
Linnaeus, 1758
O falcão-americano ou quiriquiri (Falco sparverius) é Também conhecido como , falcão-quiriquiri, gavião-mirim (PE), gavião-quiriquiri (PE), gavião-rapina (NE) e gaviãozinho.

Características

Mede de 23 a 27 cm de comprimento e pesa de 85 a 140 gramas. O macho é cinza azulado no alto da cabeça e asa, enquanto as costas e a cauda são marrom avermelhado, finamente estriadas de negro. Uma larga faixa negra sub terminal na cauda e ponta branca. As partes inferiores são brancas, com pontos negros no peito e barrigas, mais densos nos lados do corpo. Possui um desenho de lágrima, negra, abaixo do olho; uma outra linha vertical no lado da cabeça e um ponto negro na nuca.
A fêmea têm as costas e asas marrom avermelhada, com as estrias negras finas, sem o cinza azulado do dorso do macho ou a faixa negra subterminal na cauda. As partes inferiores são de tom marrom alaranjado claro, com riscos finos, verticais e negros, sem o padrão de pontos do macho. O desenho e cores da cabeça são iguais.
Os filhotes já saem do ninho com a plumagem do sexo correspondente.

Alimentação

Caça a partir de poleiros fixos, naturais ou artificiais (como os fios ao longo da estrada) mesmo em ambientes urbanos. Durante a caça voa a pouca altura do solo, o que facilita a observação desta ave. Além de apanhar a presa a partir do poleiro, também costuma “peneirar” (vôo no mesmo lugar). Alimenta-se de lagartos e grandes insetos; ocasionalmente, apanha roedores, pequenas cobras e pequenas aves. A presa é capturada e morta no solo, sendo carregada depois para o poleiro.

Reprodução

Nidifica em ocos de árvores, cavidades feitas por pica-paus, buracos em barrancos e até em cupinzeiros. A fêmea põe até 4 ovos que choca de 27 a 32 dias. Os filhotes voam entre 29 e 31 dias de vida.

Hábitos

Ocupa áreas semi-urbanizadas, margens de estradas e ambientes abertos, produzidos pela atividade humana. Nas áreas naturais, está na região de campos e de cerrados, evitando as matas, cerradões e formações de vegetação adensada. É muito ativo durante todo o dia, principalmente durante o período de reprodução.

Distribuição Geográfica

Desde o Alasca e Norte do Canadá até à ponta Sul da América do Sul (Terra do Fogo), em todo Brasil, exceto em florestas.

Esquilo

Diversas espécies de esquilos

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Sciuridae
Subdivisão

Os esquilos pertencem a uma grande família de mamíferos roedores de pequeno e médio porte conhecida como Sciuridae. No Brasil, são também conhecidos como serelepe, caxinguelê, caxinxe1 , quatimirim , quatipuru3 , agutipuru ou acutipuru . O nome mais comum na Galiza, também usado em zonas de Portugal, é esquio. Os esquilos estão espalhados por quase todo o mundo, a maioria nas zonas de climas temperado ou tropical, mas também em algumas zonas de clima frio. Como todos os roedores, possui presas fortíssimas, com que roem sementes com facilidade, principalmente bolotas.

Etimologia

"Esquilo" é uma palavra com origem no termo grego skioúros . "Caxinguelê" é oriundo do termo quimbundo kaxinjiang'elê, que significa "rato de palmeira" . "Quatimirim" origina-se do termo tupi kwa'ti mi'rim, que significa "quati pequeno". "Acutipuru", "agutipuru" e "quatipuru" vêm do termo tupi acutipu'ru, que significa "cutia enfeitada" .

Comportamento

As sementes são as principais fontes de alimentação, mas também consomem insetos e frutas. Quando coletam alimento, enterram algumas sementes que encontram, sendo que algumas chegam a germinar, como pinhões e coquinhos, acabando por plantar árvores como araucária e jerivá.
Constroem ninhos com folhas e galhos, para abrigarem as suas crias da chuva e do vento, em ramos muito altos, em árvores como a cajarana. Durante a gestação, os pais preparam o ninho para receber os filhotes, que variam de 3 a 10 por ninhada. Quando adulto, as maiores espécies da família chegam a medir de 53 a 73 centímetros de comprimento (com a cauda).
Classificação[editar | editar código-fonte]
Sciuridae é uma família de mamíferos roedores que inclui cerca de 279 espécies classificadas em 51 gêneros.
Família Sciuridae G. Fischer, 1817
Subfamília Ratufinae Moore, 1959
Gênero Ratufa Gray, 1867 (4 espécies)
Subfamília Sciurillinae Moore, 1959
Gênero Sciurillus Thomas, 1914 (1 espécie)
Subfamília Sciurinae G. Fischer, 1817
Tribo Sciurini G. Fischer, 1817
Gênero Microsciurus J. A. Allen, 1895 (4 espécies)
Gênero Rheithrosciurus Gray, 1867 (1 espécie)
Gênero Sciurus Linnaeus, 1758 (28 espécies)
Gênero Syntheosciurus Bangs, 1902 (1 espécie)
Gênero Tamiasciurus Trouessart, 1880 (3 espécies)
Tribo Pteromyini Brandt, 1855
Gênero Aeretes G. M. Allen, 1940 (1 espécie)
Gênero Aeromys Robinson e Kloss, 1915 (2 espécies)
Gênero Belomys Thomas, 1908 (1 espécie)
Gênero Biswamoyopterus Saha, 1981 (1 espécie)
Gênero Eoglaucomys Howell, 1915 (1 espécie)
Gênero Eupetaurus Thomas, 1888 (1 espécie)
Gênero Glaucomys Thomas, 1908 (2 espécies)
Gênero Hylopetes Thomas, 1908 (9 espécies)
Gênero Iomys Thomas, 1908 (2 espécies)
Gênero Petaurillus Thomas, 1908 (3 espécies)
Gênero Petaurista Link, 1795 (8 espécies)
Gênero Petinomys Thomas, 1908 (9 espécies)
Gênero Pteromys G. Cuvier, 1800 (2 espécies)
Gênero Pteromyscus Thomas, 1908 (1 espécie)
Gênero Trogopterus Heude, 1898 (1 espécie)
Subfamília Callosciurinae Pocock, 1923
Tribo Callosciurini
Gênero Callosciurus Gray, 1867 (15 espécies)
Gênero Dremomys Heude, 1898 (6 espécies)
Gênero Exilisciurus Moore, 1958 (3 espécies)
Gênero Glyphotes Thomas, 1898 (1 espécie)
Gênero Hyosciurus Archbold e Tate, 1935 (2 espécies)
Gênero Lariscus Thomas e Wroughton, 1909 (4 espécies)
Gênero Menetes Thomas, 1908 (1 espécie)
Gênero Nannosciurus Trouessart, 1880 (1 espécie)
Gênero Prosciurillus Ellerman, 1947 (5 espécies)
Gênero Rhinosciurus Blyth, 1856 (1 espécie)
Gênero Rubrisciurus Ellerman, 1954 (1 espécie)
Gênero Sundasciurus Moore, 1958 (16 espécies)
Gênero Tamiops J. A. Allen, 1906 (4 espécies)
Tribo Funambulini Pocock, 1923
Gênero Funambulus Lesson, 1835 (5 espécies)
Subfamília Xerinae Osborn, 1910
Tribo Xerini Osborn, 1910
Gênero Atlantoxerus Major, 1893 (1 espécie)
Gênero Spermophilopsis Blasius, 1884 (1 espécie)
Gênero Xerus Hemprich e Ehrenberg, 1833 (4 espécies)
Tribo Protoxerini Moore, 1959
Gênero Epixerus Thomas, 1909 (1 espécie)
Gênero Funisciurus Trouessart, 1880 (9 espécies)
Gênero Heliosciurus Trouessart, 1880 (6 espécies)
Gênero Myosciurus Thomas, 1909 (1 espécie)
Gênero Paraxerus Major, 1893 (11 espécies)
Gênero Protoxerus Major, 1893 (2 espécies)
Tribo Marmotini Pocock, 1923
Gênero Ammospermophilus Merriam, 1892 (5 espécies)
Gênero Cynomys Rafinesque, 1817 (5 espécies)
Gênero Marmota Blumenbach, 1779 (14 espécies)
Gênero Sciurotamias Miller, 1901 (2 espécies)
Gênero Spermophilus F. Cuvier, 1825 (42 espécies)
Gênero Tamias Illiger, 1811 (25 espécies)

Características

Sua gestação varia de 30 a 32 dias e sua ninhada possui de três a cinco crias. Seu tamanho varia muito, desde os pequenos esquilos Myosciurus pumilio, que têm de sete a dez centímetros de comprimento às grandes marmotas da espécie Marmota marmota, que têm de 53 a 73 centímetros de comprimento.

Tipos

Ficheiro:Yorkuniversitysquirrel.ogv

Um dos vários esquilos dentro do campus Keele da York University.

Arborícolas

Os esquilos arborícolas correspondem à imagem que idealizamos do que seja um esquilo. São animais de hábito diurno, com os sentidos bem apurados e com uma anatomia bastante adaptada à vida nas copas das árvores, onde se sentem mais seguros de predadores terrestres. Embora os esquilos arborícolas passem noventa por cento da sua vida nas alturas, por vezes podem ser encontrados no solo da floresta procurando por alimento que tenham armazenado anteriormente, mas sempre alertas ao mínimo ruído ou movimento, pois essa prevenção lhes é, muitas vezes, vital. Como espécies arborícolas, podem ser citados: o esquilo-vermelho-euroasiático (Sciurus vulgaris), o esquilo-cinzento-americano (Sciurus carolinensis), o esquilo-peruano (Sciurus igniventris), o esquilo-tricolor (Callosciurus prevostii), entre muitas outras, sendo a maior família de esquilos.
Voadores[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Esquilo-voador
Os esquilos voadores são também esquilos arborícolas, no entanto são uma família com bastantes particularidades. Esta família de esquilos é de hábitos noturnos, tendo para tal olhos grandes e bem desenvolvidos. Os esquilos voadores têm também uma anatomia muito característica, tendo uma membrana de pele que percorre o seu corpo unindo as patas dianteiras às traseiras, o que lhes possibilita fazer voos planados de uma árvore para outra, diferentemente do que algumas pessoas pensam que eles realmente voam, mas eles direcionam o voo com o auxilio da cauda achatada que funciona como leme. Também ao contrário dos esquilos arborícolas, os esquilos voadores muito raramente descem ao solo, pois a sua membrana não lhes permite uma boa deslocação e rapidez deixando-os bastante vulneráveis aos predadores. Espécies voadoras são o esquilo-voador-euroasiático (Pteromys), esquilo-voador-do-sul (Glaucomys volans), esquilo-voador-de-norte (Glaucomys sabrinus), esquilo-voador-gigante-vermelho (Petaurista petaurista), etc.

Terrestres

Os esquilos terrestres são diurnos e fazem túneis debaixo do solo onde constroem os seus ninhos, estando para isso fisicamente adaptados. São animais com patas desenvolvidas para escavar, orelhas pequenas que permitem maior liberdade de movimento nos túneis e, como não necessitam se equilibrar, a cauda é mais curta. A grande maioria das espécies de esquilos terrestres vive em colônias e cada membro do grupo tem um papel a desempenhar, o que faz desse tipo de esquilo o mais inteligente de todos os tipos de esquilo. Como espécies terrestres, podem ser citados: o cão-da-pradaria (Cynomys), o esquilo-terrestre-de-richardson (Spermophilus richardsonii), o esquilo-siberiano (Tamias sibiricus), a Marmota (Marmota) etc.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquilo

Tachyglossidae


Echidna - melbourne zoo.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Subclasse: Prototheria
Ordem: Monotremata
Família: Tachyglossidae
Gill, 1872
Géneros
ver texto
Tachyglossidae é uma família de monotremados, conhecidos popularmente como équidnas ou zaglossos. Vivem na Austrália e Nova Guiné.

Descrição

A equidna assemelha-se exteriormente a um ouriço, com o corpo coberto de espinhos e pelagem crespa. Os adultos medem em média 30 cm de comprimento e têm um focinho alongado característico. A boca é pequena e não tem dentes; em compensação, as equidnas têm uma língua comprida e pegajosa, com a qual apanham as formigas e térmitas (cupins, no Brasil) que são a sua principal fonte de alimento (assemelhando-se ao tamanduá ou ao urso-formigueiro).
A equidna é um animal solitário e de hábitos noturnos. Evita contacto com outros membros da sua espécie fora da época de reprodução. Não são territoriais, vagueando constantemente em busca de alimento. O seu sentido da visão é extremamente apurado. Quando se sentem em perigo, as equidnas enrolam-se sobre si próprias para proteger a barriga com a parte espinhosa. Podem também escavar um buraco com rapidez, conseguindo enterrar-se totalmente em pouco tempo.
Como os outros monotremados, as fêmeas põem ovos em vez de dar à luz as crias, cerca de vinte dias depois da fecundação. Os ovos são incubados numa bolsa situada na zona ventral da fêmea. Após cerca de 10 dias, os ovos chocam e as crias alimentam-se de leite materno, que sugam através de poros. Ao contrário dos outros mamíferos, as fêmeas da equidna, como as do ornitorrinco, não possuem mamilos.
As equidnas são animais bastante adaptáveis ao meio ambiente: as populações residentes em zonas montanhosas hibernam no Inverno enquanto que as que vivem em zonas desérticas estão pouco activas no Verão.

Taxonomia

As equidnas estão classificadas em três géneros:
Zaglossus

As três espécies existentes deste género são endémicas da Nova Guiné. São raras e caçadas para servirem de alimento. Procuram por insectos e minhocas no chão da floresta. As espécies são:
A equidna-de-bico-longo-ocidental (Zaglossus bruijni)
A equidna-de-attenborough (Zaglossus attenboroughi)
A equidna-de-bico-longo-oriental (Zaglossus bartoni), com quatro subespécies identificadas.
Existem ainda duas espécies fósseis:
Zaglossus robustus
Zaglossus hacketti

Tachyglossus

o equidna-ouriço (Tachyglossus aculeatus) é a única espécie deste género e pode ser encontrada na Nova Guiné e em quase todos os habitats australianos.

Megalibgwilia

O género Megalibgwilia só é conhecido através de fósseis.
Megalibgwilia ramsayi conhecido através de camadas do Pleistoceno na Austrália.
Megalibgwilia robusta conhecido através de camadas do Mioceno na Austrália.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tachyglossidae

Enguia-americana


Anguilla rostrata 2.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Anguilliformes
Família: Anguillidae
Género: Anguilla (género)
Espécie: A. rostrata
Nome binomial
Anguilla rostrata
(Le Sueur, 1821)
Distribuição geográfica
Rostratamuk.jpg

A enguia-americana ou enguia-norte-americana (Anguilla rostrata) é um peixe que habita no Atlântico ocidental (principalmente a norte, na costa dos Estados Unidos da América). Tem o corpo alongado, semelhante a uma cobra, com cabeça pontiaguda. Tem o dorso castanho e o ventre amarelo-torrado. Tem dentes pontiagudos. Não apresenta barbatanas ventrais.
A fêmea da enguia-americana desova em água salgada. Uma só fêmea consegue fazer a postura de 4 milhões de ovos flutuantes num só ano, morrendo, geralmente, depois da desova. A incubação dura entre 9 a 10 semanas. Depois da eclosão dos ovos, as jovens enguias seguem em direção à América do Norte onde se desenvolverão em cursos de água doce.
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Categorias: Fauna dos Estados UnidosAnguillidaeEspécies descritas em 1821.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Enguia-americana